Encontrei este apelo no Blog da Leninha, Sublimes Pensamentos, num momento meu de grande sofrimento. Mas isso não impede que eu repasse essa corrente, muito pelo contrário, penso que a solidariedade e o amor ao próximo, são bálsamos para nossos próprios sofrimentos. (Coincidência ou não, mas creio mesmo que a mão de Deus está aqui - minha avó faleceu deste doença, e confesso que foi uma coisa pavorosa para ela e para nós que estávamos em volta).
Quem puder repasse!
AJUDA URGENTE
Muitas pessoas devem saber ou no mínimo terem lido ou ouvido a respeito de Tamara Ferreira Schütze, uma menina que com 30 anos de idade, descobriu que é portadora da doença denominada Esclerose lateral Amiotrófica - E.L.A.
Antes criar esta postagem, fui atrás de informações a respeito, eu não duvido das pessoas, mas a Internet me ensinou que é preciso confirmar as fontes, antes de passar adiante qualquer coisa.
Não procurei saber quem é a menina e nem sua família, não procurei por origens de emails e nem por número de telefones. Eu realmente não sabia nada a respeito. Comecei a fazer pesquisas na internet e descobri uma fonte fidedigna, um jornal do interior do Estado de Santa Catarina, chamado Correio do Sul. Hoje navegando pelos blogs, encontrei de onde se originou o pedido e começo a falar dele por um pequeno texto que me chamou a atenção:
"(...) quando criei esse blog minha intenção era falar da minha filha Thaina (Sindrome de Down) mas a vida me reserva surpresas minha outra filha que tem 30 anos foi diagnosticada com Esclerose Lateral Amiotrofica dai começou uma confusão em minha cabeça porque não quero tornar meu blog doente. Quero falar de Esperança, tenho 3 filhos Wagner Tamara e Thaina e um casal de netos. Já troquei varios titulos desse blog mas vou a luta espero Surpresas BOAS TAMBÉM."
Para a minha surpresa, esta mãe é minha colega no agregador de notícias Dihitt, muitas vezes passei por diversos blogs que exibiam o apelo de ajuda para a Tamara, mas nunca cheguei a pensar que a mãe desta menina era alguém próximo.
Muitos já devem ter lido o apelo e pedido de ajuda, pois ele anda por aí em emails, blogs e sites, vou incluí-lo aqui a reportagem do jornal citado acima:
Moça luta contra atrofia muscular
27/12/2011
Imagine que você tem 30 anos, tem uma profissão que gosta, uma família que o ama, muita disposição e muitos planos. Então você se sente mal, procura um médico e o ouve dizer que você tem uma doença degenerativa, que não tem cura e que no máximo viverá mais cinco anos. Sua reação seria sentir muito desespero, ou muita revolta, ou entrar em depressão, ou tomar a decisão de lutar enquanto for possível? O mais provável é que você sentisse tudo isso, muitas vezes ao mesmo tempo.
É como se sente a enfermeira Tamara Ferreira Schütze, de Balneário Gaivota. A vida dela era normal até que começou a sentir sintomas como cãibra nas pernas, dor nos ombros e tremor nos músculos. Em seguida percebeu que os dedos da mão estavam ficando tortos. Como é enfermeira e trabalhava no posto de saúde do município, já desconfiou do mal que podia estar sentindo, praticamente confirmado por pesquisas feitas na internet.
Tamara procurou um neurologista que em junho, no dia de seu aniversário de 30 anos, lhe deu o terrível diagnóstico confirmado depois por outros dois especialistas: esclerose lateral amiotrófica. No Brasil, isso significa uma sentença de morte, e uma morte lenta e triste. Trata-se de uma doença degenerativa que vai aos poucos paralisando os movimentos do corpo, até que a pessoa consiga apenas mexer os olhos. A expectativa de vida é de três a cinco anos, já que todos os músculos do corpo, como coração e os que ajudam os pulmões a funcionar, vão sendo destruídos. A evolução da doença é rápida. Tamara já não tem mais forças nos braços nem para lavar o cabelo durante o banho e ao caminhar, frequentemente perde o equilíbrio e cai. Tentando retardar esses e outros efeitos, ela faz fisioterapia e exercícios com uma fonoaudióloga. Esta última trabalha para fortalecer a musculatura de seu pescoço, para evitar, ou pelo menos retardar, a perda da voz e a capacidade de engolir. São tratamentos paliativos. Assim como os comprimidos que durante três meses ela tomará, os únicos no país para este mal, e que não estão fazendo efeito nenhum, acredita a moça.
Pesquisando tudo sobre o assunto, a família ficou sabendo que na Alemanha médicos estão utilizando células tronco para combater a esclerose lateral amiotrófica, com bons resultados. É um método seguro, que começa a ser desenvolvido no Brasil, mas ainda em estágio bastante atrasado. Tamara descobriu inclusive uma ONG brasileira que auxilia pessoas a viajar. Para ter certeza de que não se trata de um golpe, ela entrou em contato com profissionais alemães e também visitou, em Criciúma, um rapaz que foi ajudado pela ONG e já está de volta. Além disso, se certificou de que o valor do tratamento, cerca de R$ 50 mil, não é entregue a ninguém antes do procedimento. O problema agora é só um: conseguir o dinheiro para tentar a alternativa que não cura, mas estaciona a doença. "Algumas pessoas até melhoram um pouco", diz a enfermeira que trava uma corrida contra o tempo. Quanto mais cedo ela for, menos estragos a doença terá feito em seu corpo.
"Queria ir antes de estar em uma cadeira de rodas, ou mesmo já com quase todo o corpo paralisado", diz. Quem a vê assim tão determinada e aparentemente tranquila, não imagina o que ela já passou. O desespero chegou a jogá-la na cama por duas semanas, sem vontade de se levantar. Boa parte da força que sente agora vem dos pais, Maria Madalena e Renato. Extremamente abalados no início, eles agora lutam ao lado da filha e não fazem de conta que a vida de todos eles não mudou e deve mudar ainda mais.
A porta do banheiro foi ampliada o suficiente para a passagem de uma cadeira de rodas e o boxe ganhou barras de ferro nas paredes para que Tamara possa se segurar. Outras medidas estão sendo tomadas para que a vida de Tamara possa ser a melhor possível. Ao mesmo tempo, todos se mobilizam em busca de ajuda. A família está usando as redes sociais para contar sua história e pedir doações. Amigas estão fazendo uma rifa, mas bastante modesta, que não deve atingir nem um décimo do valor necessário para custear a viagem e o tratamento, por isso o desejo de Tamara é a doação de um produto maior, como uma moto, para rifar. Além disso, ela abriu uma conta poupança especialmente para receber doações. A conta é na Caixa Econômica Federal - agência: 2892, número da conta: 12058-6 OP: 013. Toda quantia é bem-vinda.
A família mora próximo ao antigo posto de saúde de Balneário Gaivota e é bastante conhecida no município. Quem quiser colaborar pode também entrar em contato pelo fone 9905 6008.
Fonte: Correio do Sul
Peço a todos que deem a sua contribuição, a quantia não é importante perante a solidariedade, se não você não pode contribuir, faça a sua parte e leva este apelo adiante, para ser lido pelo maior número possível de pessoas.
Vamos juntar forças, fazer uma corrente capaz de levar conforto para esta família, apesar de que apoio financeiro é bem vindo, apoio moral, preces, energias positivas se traduzem em bálsamo para a alma.
VAMOS FAZER A NOSSA PARTE, VAMOS FAZER ESTA CORRENTE!
BLOG SURPRESAS DA VIDA de Madalena Schütze








